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Quando eu tinha 13 anos, meu cabelo era igual ao do Garbo, SEGURA ESSA.

Levando em conta que meu último post aqui foi dia 28 de Julho, acho válido um resumo breve das coisas relevantes que habitam minha cabeça nos últimos tempos. Vou escrever em tópicos, porque tópicos são legais.

1. All Time Low no Brasil

Sei que o show é só daqui a 1 mês e 13 dias, mas desde que eu comprei meu ingresso fico sonhando com 19 de Janeiro o tempo inteiro. Gosto de criar diálogos imaginários que eu poderia ter se eu tivesse a chance de conversar com os caras. Sei que nada disso vai rolar. Falar com eles seria quase impossível! E acho que mesmo se eu conseguisse isso um dia, eu ficaria calado, olhando pra barriga do Zack pros caras, sem saber o que dizer. Mais ou menos do jeitinho que eu fiquei quando eu tinha 7 anos e conheci a Eliana, rs.

2. Jonas Brothers no Brasil

Eles já estão entre nós. O show dos Jonas em São Paulo acabou de acabar. Não vou ao show no Rio amanhã porque os ingressos estavam caros pra cacete! Claro que bateu aquela depressãozinha, mas passou rápido dessa vez. Pra falar a verdade, fiquei até feliz quando a @aniielle me ligou do show na hora em que eles começaram a cantar World War III. Eu consegui escutar tudo direitinho (apesar da gritaria) e era como se o Nick estivesse falando “OLHA, A GENTE TEM QUE SE ACALMAR, PORQUE EU NÃO QUERO BRIGAR COM VOCÊ, NENÉM” para mim.

Garbo, corta esse cabelo VLW

Mais fotos dos Jonas no Brasil, AQUI.

3. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I

Comprei hoje meu ingresso pra pré-estreia das Relíquias da Morte na madrugada do dia 18 pro dia 19. O grande evento vai ser à meia-noite, e o shopping vai estar cheio de gente esquisita tentando fazer cosplay dos personagens e tudo mais. Na última pré-estreia de HP que eu fui, tinha um cara vestido de Harry, com um VIOLINO na fila do cinema, tocando a trilha sonora do filme e tal. Acho meio freaky, mas respeito as diferenças! Tô cheio de expectativas pro filme, então acho que vale a pena socializar com os esquisitinhos.

Sem mais por enquanto. QUE VIDÃO.

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Então, a Ashlee estava certa.

Porque, minha gente, é o amor que faz o mundo girar. Não é?

Ashlee Simpson – Love Makes the World Go Round ♪

Tudo era dourado no céu quando o dia conheceu a noite

São 01:03 am de uma sexta-feira sem sucesso. Queria escrever sobre qualquer coisas, porque estava me sentindo muito inspirado. De verdade. De repente, o MALDITO SHUFFLE do iTunes começou a tocar When The Day Met The Night, do Panic at the Disco. E essa música, apesar de ser tão lindinha, me traz lembranças tão amargas ):

Não sei se você já escutou, mas eu tô falando de uma música que conta uma história onde o Sol se apaixona pela Lua. O amor deles é meio impossível, mas quando eles se encontram no meio do Verão, tudo fica dourado no céu. A letra é toda assim, meio WTF?

Exemplificando:

Quando o sol achou a lua
Ela estava bebendo chá em um jardim
De baixo
das árvores de guarda-chuvas verdes
No meio do verão

(Trecho de When the Day Met the Night)

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Indústria Cultural

Com meu pensamento metido a moderno, eu jamais imaginei que poderia achar tão incrível uma coisa que começou em 1947. E eu não sei bem se vou conseguir, mas vou tentar explicar pra você o que eu aprendi segunda-feira em Teorias da Comunicação II.

Depois da Revolução Industrial, as pessoas tinham necessidade de diversão. Após sua jornada de trabalho, todos queriam chegar em casa e assistir a um bom programa de TV, ou escutar um bom programa de rádio. Essa programação era feita para as massas, e a cultura estava se perdendo. Revoltados com todo o otimismo de uma população que estava cega de amores pelo entretenimento capitalista, dois caras chamamdos Adorno e Horkheimer pensaram alguma coisa do tipo:

ESSE PESSOAL TÁ MALUCO. ELES NÃO ENXERGAM QUE A CULTURA ERUDITA É INCRÍVEL, E FICAM PERDENDO TEMPO COM ESSA CULTURA POPULAR, POBRE E SEM GRAÇA, ELABORADA PARA PÚBLICOS MEDIANOS, PFFF… LOSERS.

Só que, obviamente disseram isso com o jeitinho da época. E em alemão, err

E no final das contas, resolveram chamar essa “cultura pré-fabricada para as massas” de Indústria Cultural. Fim.

Agora é a hora em que você pergunta: VITOR, E DAÍ?

E então eu vou explicar como uma coisa tão last century pode ser tão atual.

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Sabe aquela música que diz EXATAMENTE o que você pensa?

Pois é.

Marmotas in stereo

Eu estou com milhares de ideias rodando em volta da minha cabeça nesse momento. Queria transformá-las em palavras bonitas e coerentes, mas acho que hoje estou com uma certa deficiência mental pra essas coisas. A noite de ontem foi complicada. Fui com uns amigos comemorar o aniversário de outro amigo, sem nada planejado. O aniversariante estava fazendo 18 anos, mas ele esqueceu a identidade em casa, nos impedindo de fazer qualquer programinha para maiores de idade.

Então fomos jogar Mata Marmota ._.

Imagina um jogo com uma tela grande, e várias bolinhas de plástico. Daí você tem que jogar as bolinhas na tela grande para matar as marmotas que aparecem. Só que, pensa comigo, SÃO MILHARES DE MARMOTAS! E o movimento com o braço é sempre o mesmo. Eu devo ter atirado umas quatrocentas bolinhas na tela grande. Agora estou aqui, com o braço todo dolorido, quase imóvel. E todo o amor que eu tinha pelas marmotas sumiu!

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Jornalista imaturo

Confesso que tenho certo preconceito com essa coisa toda de carnaval. Não vou expôr aqui os motivos, porque já fiz isso no twitter, tipo, O TEMPO INTEIRO, err. Hoje vou falar sobre como o carnaval desse ano tem sido bom pra mim. ACREDITE. Eu estou falando sério.

Nos últimos dois dias eu fiquei trancado em casa quase que em tempo integral, fugindo da tal Festa da Carne. Não aguento ficar o dia inteiro com o notebook no colo, então, resolvi investir um tempinho pensando na vida. Sei que todos nós pensamos na vida o tempo inteiro, mas é raro ter um momento para parar e SÓ pensar na vida, olhando para o teto e ouvindo música.

Penso muito no meu futuro, e nos últimos meses fui tomado por uma incerteza filha da puta. Não sei se JORNALISMO é exatamente o que eu quero. Pode parecer tarde demais, já que eu estou no terceiro período, mas ainda tenho tempo de mudar para publicidade.

Acho que agora é uma boa hora para explicar os motivos que causam minha insegurança. E o primeiro da lista é: EU NÃO SOU INTELIGENTE O BASTANTE PARA SER JORNALISTA!

Quer uma prova? Digitei “jornalista famoso” no Google Imagens, e a primeira foto que apareceu foi a desse cara:

Quem adivinhar o nome dele ganha um doce -n

E, tipo, EU NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DE QUEM ELE SEJA ._. O único da lista de fotos do Google que eu reconheço é o da oitava foto. E é o PEDRO BIAL, err.

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Heartbreaker

Vitor Martins, 20, Rio de Janeiro

Gosto de All Time Low, pizza, filmes de final previsível e acho que Cory Monteith é uma das melhores coisas que já inventaram nos últimos tempos. Odeio gente comprometidona, e celebridades escrotas, tipo Taylor Momsen.

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