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Dias cinzas

Hoje que é quarta-feira de cinzas, e isso significa muita coisa:

  1. Significa que FINALMENTE acabou o Carnaval;
  2. Sinifica que INFELIZMENTE amanhã eu tenho que acordar cedo pra trabalhar :~
  3. Significa que daqui há 40 dias é Páscoa, irra.

Páscoa é minha terceira data preferida do ano, perdendo apenas para o meu aniversário (23/03) e pro Natal, rs.

Todo mundo sempre vem com aquele papo de “O ano só começa de verdade depois do Carnaval” (o que, sinceramente, eu acho a desculpa mais esfarrapada do mundo para empurrar as responsabiliadades por dois meses sem sentir-se culpado). Então, se as coisas funcionam mesmo desse jeito, parece que 2010 vai começar em 3, 2, 1…

Ok, ano novo, vida nova, quarta-feira de cinzas. Pra que serve isso afinal?

Eu sempre confundi quarta-feira de cinzas com o dia de Finados. Porque, sem brimks, eu achava que quarta-feira de cinzas era um dia em homenagem às pessoas que morreram queimadas ._. Mas eu não penso mais assim, ok? Hoje em dia eu sei o que esta data siginifica graças à Wikipédia.

(…) Este dia é um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.
Fonte

Em geral, não tenho paciência para essa coisa toda de reflexão, mas hoje percebi que é preciso. A “efêmera fragilidade da vida humana” se tornou uma coisa muito clara para mim ontem. Tive um dia bem tenso. Não quero entrar em detalhes, mas estou com alguns casos graves de saúde na família. Nada comigo, mas com pessoas que são muito importantes para mim. E eu acho que isso é o pior da história, porque infelizmente, não há nada que eu possa fazer, a não ser esperar. Não sou um herói capaz de acelerar o processo de cura ou qualquer coisa assim. E, como eu citei, a vida humana é muito frágil.

Hoje estamos vivos, e amanhã… Bem, não temos certeza.

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Problemas grandes e pequenos

Estou passando por umas complicações aqui em casa. Coisas que eu não compartilho com quase ninguém, mas que no fundo, no fundo me deixam muito triste. Dessa vez, o problema não é comigo, mas acho que quando o problema é na família, ele acaba envolvendo todo mundo.

Daí chega a hora da responsabilidade. A hora de dar suporte para quem precisa. E às vezes eu me sinto tão fraco para isso.

Não sei se algum de vocês já passou por uma situação parecida, mas aprendi que segurar os problemas dos outros é bem mais difícil do que segurar os nossos. Quando somos responsáveis apenas por nós, podemos desistir de uma hora pra outra, jogar tudo pro alto e sentar para descansar. Mas quando estamos apoiando quem mais precisa, não existe essa possibilidade. Temos que ser fortes o tempo inteiro, segurar a barra o tempo inteiro, e não deixar de sorrir.

E isso é tão difícil!

Vitor Martins não é um herói.

Eu sou o narrador, e isso é apenas o prólogo.

“Uma escritor de crônicas”
Acho que essa é uma resposta bacana para a folha de Dados Profissionais que deverá ser preenchida quando eu for fazer meu primeiro cartão de crédito. Mas, apesar de ser “bacana”, acho que escritor de crônicas não é muito bem a profissão ideal para mim. Saber escrever crônicas é uma tarefa complicada. Não é simplesmente narrar uma história. É se envolver nela.

Procurei algumas referências, é verdade. Crônicas de vampiros, crônicas de mortos, crônicas de humor, crônicas de Nárnia. Nada disso me ajudou.

Sei que para mim nunca foi complicado contar uma história. Mas ainda não aprendi a contar uma história séria. De maneira direta, sem figuras e sem emoticons. Por um momento, cheguei a pensar em voltar às minhas vontades de infância e me tornar VE-TE-RI-NÁ-RIO. Assim, com as sílabas separadas, para a profissão soar mais importante. Desisti logo depois de lembrar que meus dois últimos hamsters se mataram de depressão. Tratei de juntar as sílabas do veterinário, e tirar meu cavalinho da chuva.

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Heartbreaker

Vitor Martins, 20, Rio de Janeiro

Gosto de All Time Low, pizza, filmes de final previsível e acho que Cory Monteith é uma das melhores coisas que já inventaram nos últimos tempos. Odeio gente comprometidona, e celebridades escrotas, tipo Taylor Momsen.

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