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Indústria Cultural

Com meu pensamento metido a moderno, eu jamais imaginei que poderia achar tão incrível uma coisa que começou em 1947. E eu não sei bem se vou conseguir, mas vou tentar explicar pra você o que eu aprendi segunda-feira em Teorias da Comunicação II.

Depois da Revolução Industrial, as pessoas tinham necessidade de diversão. Após sua jornada de trabalho, todos queriam chegar em casa e assistir a um bom programa de TV, ou escutar um bom programa de rádio. Essa programação era feita para as massas, e a cultura estava se perdendo. Revoltados com todo o otimismo de uma população que estava cega de amores pelo entretenimento capitalista, dois caras chamamdos Adorno e Horkheimer pensaram alguma coisa do tipo:

ESSE PESSOAL TÁ MALUCO. ELES NÃO ENXERGAM QUE A CULTURA ERUDITA É INCRÍVEL, E FICAM PERDENDO TEMPO COM ESSA CULTURA POPULAR, POBRE E SEM GRAÇA, ELABORADA PARA PÚBLICOS MEDIANOS, PFFF… LOSERS.

Só que, obviamente disseram isso com o jeitinho da época. E em alemão, err

E no final das contas, resolveram chamar essa “cultura pré-fabricada para as massas” de Indústria Cultural. Fim.

Agora é a hora em que você pergunta: VITOR, E DAÍ?

E então eu vou explicar como uma coisa tão last century pode ser tão atual.

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Jornalista imaturo

Confesso que tenho certo preconceito com essa coisa toda de carnaval. Não vou expôr aqui os motivos, porque já fiz isso no twitter, tipo, O TEMPO INTEIRO, err. Hoje vou falar sobre como o carnaval desse ano tem sido bom pra mim. ACREDITE. Eu estou falando sério.

Nos últimos dois dias eu fiquei trancado em casa quase que em tempo integral, fugindo da tal Festa da Carne. Não aguento ficar o dia inteiro com o notebook no colo, então, resolvi investir um tempinho pensando na vida. Sei que todos nós pensamos na vida o tempo inteiro, mas é raro ter um momento para parar e SÓ pensar na vida, olhando para o teto e ouvindo música.

Penso muito no meu futuro, e nos últimos meses fui tomado por uma incerteza filha da puta. Não sei se JORNALISMO é exatamente o que eu quero. Pode parecer tarde demais, já que eu estou no terceiro período, mas ainda tenho tempo de mudar para publicidade.

Acho que agora é uma boa hora para explicar os motivos que causam minha insegurança. E o primeiro da lista é: EU NÃO SOU INTELIGENTE O BASTANTE PARA SER JORNALISTA!

Quer uma prova? Digitei “jornalista famoso” no Google Imagens, e a primeira foto que apareceu foi a desse cara:

Quem adivinhar o nome dele ganha um doce -n

E, tipo, EU NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DE QUEM ELE SEJA ._. O único da lista de fotos do Google que eu reconheço é o da oitava foto. E é o PEDRO BIAL, err.

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[Nothing Personal] #01. Weightless

Mas estou preso nesta maldita rotina
Esperando alguma coisa acontecer
E eu estou cansado de envelhecer
Se ao menos eu pudesse encontrar tempo
Então eu nunca deixaria outro dia passar em branco
E eu estou cansado de envelhecendo

All Time Low – Weightless

Minha vida está entrando numa rotina desgraçada. As aulas na faculdade voltaram, então, here we go again! Acordar, trabalhar, estudar, dormir e acordar no dia seguinte. (Insira “comer” depois de cada vírgula). Tenho medo de me acomodar com tudo isso que tá acontecendo, sabe? Ver a vida passar enquanto eu trabalho, estudo, durmo e como.

Quero dias diferentes. Uma aventura nova todos os dias. Aprender mais, conhecer mais, me inspirar mais. E parar de viver a mesma coisa todos os dias.

Descobri essa semana um site bem legal, chamado Learn Something Everyday, que ensina uma coisa nova todos os dias (dãrr). E eu acho que essa é a menira como a vida deve funcionar. Todos os dias nós devememos nos esforçar para aprener ou fazer uma coisa nova. Quero dizer, até alguns minutos atrás eu não sabia que o maior título de livro do mundo, tem 670 palavras.

Agora eu sei.

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Vendem-se máscaras

Todos usamos máscaras. E não são poucas. Temos uma estante cheia delas, e usamos várias, todos os dias. No trabalho colocamos nossa máscara de seriedade e dedicação. Na escola colocamos nossa máscara de autoconfiança, e essa vem com um sorriso simpático bem grande. Chegamos em casa, e antes de entrarmos já colocamos nossa máscara de inocência, para que ninguém desconfie das besteiras que fizemos na última noite.

It’s all about the exposure.

Fingimos simpatia, fingimos antipatia. Forçamos uma amizade por mero interesse, e dizemos ser quem não somos só para impressionar. Temos máscaras de “bobinho inocente” e de “esperto e traiçoeiro”. E já nascemos sabendo quando devemos usar cada uma delas. Quando escutamos um “eu te amo”, imediatemante colocamos nossa máscara de “eu também” para não quebrarmos o clima.

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Família

Minha família é meio complicada. Tenho pais divorciados, muitos irmãos, primos e tios, e como em toda família normal, existem pessoas brigadas com outras pessoas. Na minha família então, esse lance de brigas sem motivos é quase que uma regra. Tios não falam com outros tios, por causa de brigas com cunhados, e tias não falam com outroas tias por causa das sobinhas, orr.. É uma confusão do caramba!

E por mais que exista aquele papo de “acontece nas melhores famílias”, eu não acho certo essa coisa de irmãos brigando com irmãos. Família deveria ser unida, indendente das diferenças.

Somos  obrigados a conviver com pessoas diferentes todos os dias. No trabalho, na escola, no nosso condomínio. Mas quando encontramos algum sinal de diferença na nossa casa, nossa reação é diferente. E aí começam os desentendimentos.

Parece que as pessoas esqueceram o significado de “família”. Mas eu não. Aprendi assistindo Lilo & Stitch que Ohana quer dizer família, e família quer dizer NUNCA ABANDONAR. E “Nunca” é, tipo, NUNCA MESMO! Família é aquela que vai estar ao seu lado não importa o que aconteça. É o nosso suporte. Aqueles que nos seguram quando estamos quase caindo. Aqueles que torcem por nós quando estamos prestes a concluirmos uma etapa difícil nas nossas vidas.

Mas nem todas as famílias são assim.

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What’s next?

Quando eu li/assisti Marley & Eu no ano passado, ou retrasado, lembro que no começo o John falava que sua vida com sua esposa sempre foi muito bem planejada. Eles sabiam o que queriam no futuro, e dividiam tudo em etapas, para que pudessem chegar ao objetivo final.

Ontem, antes de dormir, deitei na cama, olhei para o teto e pensei: Qual é o próximo passo?

E, infelizmente, eu não pude responder.

Vitor Martins passou a noite ouvindo Hevo84 – Passos Escuros ♫

Só mais uma história de verão

No mundo, existem 3 coisas que todo mundo já teve: Um cachorro, um primo chato e um amor de adolescência. Alguns têm VÁRIOS cachorros, e mais de um primo chato. Mas acho que amor de adolescência é só um. Um para a vida inteira.

Existem vários casos de amores na adolescência. Uns são platônicos, outros são bem verdadeiros. Uns acontecem de verdade, e outros são atrapalhados pela distância. E é nessa parte que muitos acabam quebrando a cara. Quando nós somos mais novos, somos mais inocentes. E os inocentes acreditam em tudo. E eu não julgo isso como uma coisa ruim. Muito pelo contrário. Queria que os seres humanos fossem capazes de preservar por mais tempo essa “inocência” que nós temos aos 16.

Mas será que isso é real?

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Heartbreaker

Vitor Martins, 20, Rio de Janeiro

Gosto de All Time Low, pizza, filmes de final previsível e acho que Cory Monteith é uma das melhores coisas que já inventaram nos últimos tempos. Odeio gente comprometidona, e celebridades escrotas, tipo Taylor Momsen.

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