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Rotina, Alice e marrecos

Hoje é feriado, irra. Está meio abafado lá fora, e eu ainda não tive coragem de deixar o Sol entrar no meu quarto. Hoje é um daqueles dias perfeitos pra gente fazer porranenhuma. E, bem, essa é a programação.

Tô com saudades de escrever coisas grandes a respeito de qualquer coisa. Mas as coisas andam meio complicadas. Não quero ser dramático nem nada, mas A FACULDADE ESTÁ ME MATANDO. Nas últimas duas semanas eu estudei feito um louco (o que, de certa forma, valeu a pena, já que eu gabaritei a prova de Teorias II). Então, eu acabo ficando sem tempo para escrever. É claro que eu tenho meus textos salvos em blocos de notas e espalhados em pastas aleatórias no computador. Mas eles não são textos BONS. São só textos. Quando você vai postar alguma coisa na internet, você precisa reler, revisar e ver se suas ideias estão claras. E é pra essa “revisão” que eu não tenho paciência tempo.

Acho que a minha vida anda meio paradona. É biologicamente impossível morrer de tédio, caso contrário eu já estaria morto. E gelado.

Na próxima sexta eu vou assistir Alice in Wonderland com o pessoal. Meu ingresso já está comprado há meses -n e a expectativa tá me matando. Quero dizer, já vi uns 67346374987 trailers diferentes, e depois do clipe da Avril Lavigne, eu fiquei com a impressão de que já assisti o fulme inteiro.

Vou assistir em 3D, e filmes em 3D me deixam empolgadinho. Me sinto meio caipira falando assim, mas PORRA! AQUELES ÓCULOS SÃO MUITO INCRÍVEIS. —

Agora vamos fazer um joguinho.Olhe para o banner do blog, e você vai encontrar 4 caras. O 3º da esquerda pra direita, que tá dando o dedo e tem cabelo ruim. Tá vendo ele? POIS É! HOJE ELE ESTÁ FAZENDO 22 ANINHUUS n.

Se o Zack tivesse orkut, eu mandaria pra ele um super depoimento de aniversário ASSIM:

ƒαℓαê ʑαcαriαs вrστнєr! нנ єн υм ∂iα мτσ єsρєciαℓ, кrα. єทτãσ кєrσ ∂iʑєr q vc єн υм cαrα ƒσ∂ααααн. gєrαℓ cυrτє sєυ sσм є σ sєυ вαixσ rσsα. cσทτiทυє sємρrє sєท∂σ єssє ℓєкє rєsρσทsávєℓ, ρєgα∂σr, xxτєrσ єτc.
єн ทσis q vσα, мαrrєcσ!

Mas como isso não vai ser possível, vou deixar aqui uma humilde homenagem que o Zack nunca vai ver.

Argh, é isso.

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M-m-m-monster n

Hoje conheci um cara. Um cara perigoso.

Ele é inconsequente, fofoqueiro e difama os amigos. Na verdade, ele nem tem amigos. São todos “amigos”. Ele tem DANGEROUS tatuado em sua testa, e mesmo quando ele tenta ser bonzinho ele magoa as pessoas que ele mais gosta. Ele meio monstro. Mas um monstro idiota, que ainda não se acostumou com suas dimensões de monstro. Tenta ser delicado ao falar, mas não consegue. Seu falar é monstruoso também. Cortante.

Essa semana eu li no tumblr que nós paramos de procurar os monstros embaixo da cama quando descobrimos que eles estão dentro de nós mesmos. E hoje isso faz todo o sentido.

Vitor Martins é o cara da história, se você não percebeu.

Então, a Ashlee estava certa.

Porque, minha gente, é o amor que faz o mundo girar. Não é?

Ashlee Simpson – Love Makes the World Go Round ♪

Tudo era dourado no céu quando o dia conheceu a noite

São 01:03 am de uma sexta-feira sem sucesso. Queria escrever sobre qualquer coisas, porque estava me sentindo muito inspirado. De verdade. De repente, o MALDITO SHUFFLE do iTunes começou a tocar When The Day Met The Night, do Panic at the Disco. E essa música, apesar de ser tão lindinha, me traz lembranças tão amargas ):

Não sei se você já escutou, mas eu tô falando de uma música que conta uma história onde o Sol se apaixona pela Lua. O amor deles é meio impossível, mas quando eles se encontram no meio do Verão, tudo fica dourado no céu. A letra é toda assim, meio WTF?

Exemplificando:

Quando o sol achou a lua
Ela estava bebendo chá em um jardim
De baixo
das árvores de guarda-chuvas verdes
No meio do verão

(Trecho de When the Day Met the Night)

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Indústria Cultural

Com meu pensamento metido a moderno, eu jamais imaginei que poderia achar tão incrível uma coisa que começou em 1947. E eu não sei bem se vou conseguir, mas vou tentar explicar pra você o que eu aprendi segunda-feira em Teorias da Comunicação II.

Depois da Revolução Industrial, as pessoas tinham necessidade de diversão. Após sua jornada de trabalho, todos queriam chegar em casa e assistir a um bom programa de TV, ou escutar um bom programa de rádio. Essa programação era feita para as massas, e a cultura estava se perdendo. Revoltados com todo o otimismo de uma população que estava cega de amores pelo entretenimento capitalista, dois caras chamamdos Adorno e Horkheimer pensaram alguma coisa do tipo:

ESSE PESSOAL TÁ MALUCO. ELES NÃO ENXERGAM QUE A CULTURA ERUDITA É INCRÍVEL, E FICAM PERDENDO TEMPO COM ESSA CULTURA POPULAR, POBRE E SEM GRAÇA, ELABORADA PARA PÚBLICOS MEDIANOS, PFFF… LOSERS.

Só que, obviamente disseram isso com o jeitinho da época. E em alemão, err

E no final das contas, resolveram chamar essa “cultura pré-fabricada para as massas” de Indústria Cultural. Fim.

Agora é a hora em que você pergunta: VITOR, E DAÍ?

E então eu vou explicar como uma coisa tão last century pode ser tão atual.

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Definitivamente, talvez.

Hoje assisti 3 Vezes Amor (Definitely, Maybe) pela zilhonésima vez. Porém, pela primeira vez com a minha mãe.

Não gosto muito de assistir filmes com a minha mãe, levando em conta que em 15 minutos de filme ela já está dormindo. Mas hoje ela se superou. Dormiu só depois de meia hora, então a acordei, ela se sentou na cama, e ela permaneceu acordada até o final.

Eu poderia muito bem deixá-la dormir e ser um filho bonzinho. Pausar o filme, expulsá-la do meu quarto e procurar cenas do filme pra postar no Tumblr. Mas ela dormiu na MELHOR PARTE DO FILME, e eu não podia deixar que minha mãe perdesse aquilo. É genial demais. E, bem, pra quem nunca viu o filme,  eu explico rapidinho:

Will vai pedir a mão de Emily em casamento no dia seguinte, mas ele não sabe direito o que dizer, então, ele ensaia o discurso com a Aprilno terraço de uma festa, e diz o seguinte:

E se a gente traduzir isso, vai ficar mais ou menos assim (adaptei algumas partes para ficar mais bonito em português, rs):

Quero me casar com você porque você é a primeira pessoa que eu quero ver quando acordar de manhã, e a única na qual eu quero dar um beijo de boa noite. porque a primeira vez que eu vi essas mãos, eu não consegui mais soltá-las. Mas quando você ama alguém o tanto quanto eu te amo, se casar é a única coisa a se fazer. Então… quer se casar comigo?

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Sabe aquela música que diz EXATAMENTE o que você pensa?

Pois é.


Heartbreaker

Vitor Martins, 20, Rio de Janeiro

Gosto de All Time Low, pizza, filmes de final previsível e acho que Cory Monteith é uma das melhores coisas que já inventaram nos últimos tempos. Odeio gente comprometidona, e celebridades escrotas, tipo Taylor Momsen.

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