Resumão

Esse blog fica sempre parado, desde que eu decidi parar de escrever sobre meus pensamentos levando em conta que 80% deles eram sobre meus namoros que não deram certo. Daí eu escrevia e sofria e sofria e argh. Ia postar aqui ontem, porque foi aniversário do Zack e eu postei no aniversário dele do ano passado. Era pra rolar tipo uma tradição, mas ontem de noite o WordPress saiu do ar, Zack fez 23 anos e eu não escrevi nada.

Valeu ae, rs.

Então, pra você que está se perguntando como vai a minha vida (ninguém rere), aqui vai um resumo breve de tudo que aconteceu de janeiro pra cá. QUASE tudo, na verdade. QUASE:

Comecei a namorar de novo, mas não deu certo de novo. Sou difícil, fazer o que? RS. Dara e Mateus (meus amigos da faculdade) se mudaram pro Rio, e isso foi bem complicado de lidar. Ainda sinto falta deles dois todos os dias. Minha cidade foi atingida pela maior tragédia climática da América Latina. Eu sobrevivi. Passei o carnaval trancado em casa (por causa da chuva), e empenhado na criação do Filmes & Pizza, meu blog sobre filmes, rs. No meu aniversário fui pro Rio ver Dara e Mateus, e fomos pra uma boate meio caída onde TODO MUNDO SE DIVERTIU, rere. Agora que tenho 20 anos começo a enxergar as coisas com mais seriedade. Tipo.. sério. Ok que pra muita gente é só um ano a mais, mas eu decidi encarar essa troca de casa decimal como um grande passo. Peguei a frente de um jornalzinho feito pela faculdade e vou precisar escrever uma crônica de humor por mês, por isso resolvi voltar a escrever aqui. Preciso treinar meus textos, sei lá. O namorado da minha mãe está morando aqui em casa e, de início, eu tô achando isso bem estranho. Mas ele é bonzinho e compra Danete. QUEM SOU EU PRA RECLAMAR, NÉ? Li “Quem é você, Alasca?” e ele acabou virando meu livro favorito na vida. Ele fala bastante sobre essa coisa de encontrar o caminho pra fugir do sofrimento. E eu sou do tipo que sofre bastante. Descobri ontem que perdi 5 quilos, e xinguei na balança. A galera da farmácia ficou meio constrangida mas eu fiquei feliz. A vida vai bem, faculdade tá Ó-TI-MA. Só me fudi em Marketing (que eu tô fazendo pela segunda vez), mas são só 5 décimos e eu recupero. Coisa boba. E acho que o professor foi com a minha cara. Dia desses ele até me chamou no chat do Facebook. Deve ser um bom sinal. Comprei um bloquinho, tipo um moleskine barato, e voltei a desenhar. Devo postar qualquer coisa no Flickr dia desses. STAY TUNED. Família, amigos e os peixes vão bem. E a rotina continua a mesma. Só que agora eu levo a vida com 5 quilos a menos. MARAVILHA.

And that’s what you missed on “Minha vida nos últimos 4 meses”.

Maldita listinha!

Faltam 2 dias para o ano acabar, e eu resolvi fazer minha retrospectiva mental do ano que passou.

rs

Ao contrário do ano passado, eu não vou fazer um post gigante, com memórias, agradecimentos e frases prontas. Pra ser bem sincero, 2010 foi um ano meio filho da puta pra mim. perdi muita coisa, me distanciei de muita gente, errei pra caramba!

Tive um ano daqueles que vai ser lembrado mais pelas tragédias do que pelas alegrias. E quando se trata de tragédia, eu gosto de exagerar. Preciso parar com isso. Esse drama todo.

Acho que “parar de drama” deve estar em primeiro lugar na minha lista de resoluções pro ano novo. Sinceramente, Não sei por que eu AINDA faço essas listas. Não consigo perseverar nas metas por mais de dois meses. Na verdade, perseverança não é muito meu forte. Na lista do ano passado por exemplo, eu listei 20 metas, e depois mais umas duas quando eu quase morri afogado (que eram alguma coisa do tipo “aprender a nadar” e “nunca mais nadar em mar aberto”).

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Quando eu tinha 13 anos, meu cabelo era igual ao do Garbo, SEGURA ESSA.

Levando em conta que meu último post aqui foi dia 28 de Julho, acho válido um resumo breve das coisas relevantes que habitam minha cabeça nos últimos tempos. Vou escrever em tópicos, porque tópicos são legais.

1. All Time Low no Brasil

Sei que o show é só daqui a 1 mês e 13 dias, mas desde que eu comprei meu ingresso fico sonhando com 19 de Janeiro o tempo inteiro. Gosto de criar diálogos imaginários que eu poderia ter se eu tivesse a chance de conversar com os caras. Sei que nada disso vai rolar. Falar com eles seria quase impossível! E acho que mesmo se eu conseguisse isso um dia, eu ficaria calado, olhando pra barriga do Zack pros caras, sem saber o que dizer. Mais ou menos do jeitinho que eu fiquei quando eu tinha 7 anos e conheci a Eliana, rs.

2. Jonas Brothers no Brasil

Eles já estão entre nós. O show dos Jonas em São Paulo acabou de acabar. Não vou ao show no Rio amanhã porque os ingressos estavam caros pra cacete! Claro que bateu aquela depressãozinha, mas passou rápido dessa vez. Pra falar a verdade, fiquei até feliz quando a @aniielle me ligou do show na hora em que eles começaram a cantar World War III. Eu consegui escutar tudo direitinho (apesar da gritaria) e era como se o Nick estivesse falando “OLHA, A GENTE TEM QUE SE ACALMAR, PORQUE EU NÃO QUERO BRIGAR COM VOCÊ, NENÉM” para mim.

Garbo, corta esse cabelo VLW

Mais fotos dos Jonas no Brasil, AQUI.

3. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I

Comprei hoje meu ingresso pra pré-estreia das Relíquias da Morte na madrugada do dia 18 pro dia 19. O grande evento vai ser à meia-noite, e o shopping vai estar cheio de gente esquisita tentando fazer cosplay dos personagens e tudo mais. Na última pré-estreia de HP que eu fui, tinha um cara vestido de Harry, com um VIOLINO na fila do cinema, tocando a trilha sonora do filme e tal. Acho meio freaky, mas respeito as diferenças! Tô cheio de expectativas pro filme, então acho que vale a pena socializar com os esquisitinhos.

Sem mais por enquanto. QUE VIDÃO.

Roupas pretas, vibe dark e uma metáfora sobre caixas.

Eu sei que escrevo pouco aqui, mas na noite passada me bateu uma motivação repentina de voltar a escrever. Foi meio aleatório, mas não deu pra evitar. Então, preparei esse layout novo, que segundo a @aniielle ficou “muito dark” e muito “não-eu”. Mas acho que eu estou mesmo passando por uma fase sombria na minha vida, e talvez o layout do blog seja o reflexo disso.

Claro que eu já tive fases piores, tipo aos 14 anos, quando eu só andava de preto, com correntes penduradas pela calça, e me forçava a ouvir rock pesado, só pra me encaixar no grupinho dos metaleiros da escola.

No fim das contas eu consegui me enturmar. Mas nem foi pelo jeito como eu me vestia, ou pelas músicas que escutava. Pode parecer meio idiota, mas consegui conquistar amigos nessa época sendo eu mesmo. E talvez esse seja o segredo pra se encaixar. Porque amizades são tipo uma caixa. Cada uma tem um tamanho diferente, e nós temos que caber dentro delas com conforto. Se uma caixa dessas não tem espaço suficiente para nós, não temos que mudar pra cabermos ali dentro. Temos que procurar uma caixa que nos aceite do tamanho que nós somos.  Sei que essa é provavelmente a pior metáfora que você já leu em toda a sua vida, mas se uma amizade exige uma mudança, talvez ela não valha a pena.

É só o que penso. Nada demais.

Sofrimento compartilhado

Sinceramente, eu não começaria a ler um texto cujo título fosse “Sofrimento compartilhado”. Isso soa depressivo, irritante e sonolento. Mas é exatamente dessa maneira que as coisas ocorreram hoje.

Um tio muito querido faleceu ontem, e hoje pela manhã, lá estava eu no seu velório. Odeio velórios, de verdade. Mas, como eu disse, perdi um tio querido. E quando existem pessoas queridas envolvidas nós precisamos ceder.

O que me irrita em velórios é essa coisa de choro coletivo. Abraços, palavras de consolo, lágrimas misturadas. Isso me agoniza um pouco. Não quero parecer aqueles com fobia social. Sou até bem sociável. Mas quando se trata dessas coisas, queria poder passar por tudo na minha. Sem expôr minha tristeza de maneira tão óbvia. Sem ficar chorando na frente de desconhecidos. Sem ter que abraçar e ser abraçado.

Queria apenas parar, pensar, e deixar uma música triste tocando na minha mente. E fazer tudo isso em uns 5 minutos, porque pensar demais na morte não faz bem pra ninguém. Mas as coisias não funcionam assim.

Alguém morre, a família se reúne, você encontra parentes que só aparecem quando outros parentes morrem, todo mundo te abraça, e as pessoas deixam lágrimas e baba no ombro do seu casaco. Infelizmente.

Infelizmente.

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Heartbreaker

Vitor Martins, 20, Rio de Janeiro

Gosto de All Time Low, pizza, filmes de final previsível e acho que Cory Monteith é uma das melhores coisas que já inventaram nos últimos tempos. Odeio gente comprometidona, e celebridades escrotas, tipo Taylor Momsen.

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